terça-feira, 2 de setembro de 2008

O NASCER.


Até o presente momento, não tive nenhuma dificuldade em trabalhar sobre qualquer tipo de tema. Todos aqueles que me foram sugeridos, fiz o "dever de casa" e fui até parabenizado pela fato de ter "tanta inspiração", essa tão necessária "inspiração". Drogas (lícitas ou ilícitas), relacionamento, falta de fé, muita fé, solidariedade e, vejam só, até sobre a morte, ou me propuseram criar ou até conveniente fazê-lo para que servisse de conforto àqueles enlutados. E, pasmem, até de "cupido" me fizeram quando solicitaram-me para fazer um trabalho a fim de trazer o namorado, ou a namorada, de volta. Para pessoas enlutadas, mais ou menos dez trabalhos abordando o tema criei. Mas um tema, especificamente sobre a vida, ou melhor, sobre o nascimento de alguém, este muito me agrada falar criar. É tão importante nascer, assim como é importante ser aguardado, ansiosamente, durante os nove meses que comumente é o tempo que sabemos como sendo necessário, apesar de ter pessoas que nascem "antes do tempo". Seja "no tempo certo" ou "antes do tempo", que sejam bem vindos e que alegrem seus respectivos pais. Lí uma matéria muito interessante sobre a maternidade e achei que também seria muito interessante incluí-la aqui para dar "uma forcinha" a esse meu mais recente trabalho que, a pedido, fiz. Começa assim: "Algum dia tomaremos consciência de que significamos, no caminho de nossa vida, a etapa inicial antes do nascimento e nos primeiros meses nos quais tudo é muita esperança e não são poucos os momentos de temor ou de angústia. A maternidade é um privilégio da mulher e a paternidade é, certamente, fundamental para que se inicie uma vida humana. Mas um pai jamais poderá sentir, em profundidade, o que significa ter um filho 'ali dentro'. Esse que se iniciou tão débil e dependente, somente o amor poderá sustentá-lo durante o tempo da gravidez". Portanto, depois de palavras tão belas que vão, inclusive, reforçar a minha mensagem/reflexão sobre a maternidade, determinadas mulheres que se esquecem de sua tão importante função nesta terra que é a de gerar filhos, entre outras, não valorizariam a sua própria maternidade? Inclusive é bom que se cite aqui que, ao contrário do que muitos pensam, as mulheres não são apenas "geradoras de filhos" mas, verdadeiramente, representam o ESTEIO DO LAR. É CLARO QUE DEVEM VALORIZAR A MATERNIDADE, NÃO IMPORTAM QUAIS SEJAM AS CIRCUNSTÂNCIAS.

Um comentário:

florzinha disse...

Meu anjo amigo e querido poeta,é maravilhoso poder começar o dia alimentando a alma com tuas tão belas e profundas composições.
É uma benção de Deus que nos é dada e nos faz renascer em cada verso que vem do teu coração tão iluminado!
Tens um dom especial de fazer com que cada leitor viaje, e nessa viagem,renasça na leveza e profundidade do teu poetar.
Parabéns por por me fazeres sentir renascer nesse novo dia que acaba de nascer,e que ele te traga muito mais inspirações para que continues presenteando o mundo com tua poesia tão singular!
Beijos no teu coração.
florzinha
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